Artrite Reumatóide: Hepatite Medicamentosa

Aqui tem um pouco da minha Vida com AR e muito de mim.

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Sou mãe, mulher, amiga...uma pessoa humanizada e determinada a lutar incansavelmente pela igualdade de direitos. Apaixonada pela vida, determinada a ser feliz incondicionalmente!

Blogueira e Mobilizadora Social em Pro da Pessoa com Doença Reumática no Brasil.

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"Existe vida após a AR", tudo que fazíamos antes da AR, podemos fazer agora, só que de uma forma diferente. Enquanto houver alegria em meu coração, força e vontade de viver, a Dor da AR não me levará a tristeza. Acredite, Dor Compartilhada é Dor Diminuída, compartilhe a sua dor e saiba o quanto nos faz bem falar com gente como a gente. Aqui tem um pouco da minha história e muito de mim, deixe um pouco de você através dos comentários.(todos os comentários são respondidos)

A doença chega a nossas vidas derrepente e nos apresenta limitações e dificuldades até então desconhecidas. Passamos a viver uma vida de por quês?. Ansiedades, medos, inseguranças passam a fazer parte de nossos dias. Porém a vida não termina aqui, começa uma nova vida, onde temos que rever nossos conceitos, procurando adaptar toda uma vida, costumes, rotinas diárias e enfrentamos uma sociedade que preconceituosa, ainda rotula as doenças reumáticas como “doença de velho”, o que não é verdade. As doenças reumáticas estão presentes em todas as faixas etárias e por acreditar que Dor Compartilhada é Dor Diminuída, eu criei este blog em agosto/2007.

A missão deste blog é compartilhar experiências, divulgar informações e lutar pela melhoria da “qualidade de vida do doente reumático no Brasil”.

Unidos na missão de dizer ao mundo que somos artríticos sim + que estamos vivos, temos sonhos e acreditamos que um dia a tão sonhada “estabilização da doença” irá chegar e se prepare “mundo” somos pessoas com doenças reumáticas, com necessidades especiais e somos diferentes em nossas características + somos normais, amamos, choramos, podemos ter família, trabalhar, formar carreira, tudo, podemos todas as coisas sempre “respeitando nossos limites”

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sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Hepatite Medicamentosa


Na última quinzena do mês de maio/2010, comecei a sentir um desconforto abdominal acompanhado de muitas náuseas, nos exames de rotina, as provas de função hepáticas estavam um pouco elevadas, levei o resultado de exame antes das 09 hs e fui orientada a colher pelo hospital, mesmo sendo de um importante e conceituado laboratório de SP. Colhi os exames novamente e fui levar os resultados, fui liberada para tomar a ciclofosfamida do mês de Maio, que seria a minha 5° infusão, de um ciclo de 06.
Fui ao setor de quimioterapia agendar a infusão e o hospital estava sem a medicação, quando a medicação chegou, a infusão foi agendada para 03/06/2010. Porém, apesar dos exames de função hepáticas estarem discretamente elevados eu ainda tinha muitas náuseas, o desconforto abdominal era cada vez mais intenso, sem contar as evacuações semi-líquidas e amarelas.
Como eu não tinha consulta marcada, fui pelo convênio e colhi no dia 02/06/2010 novas provas de função hepáticas e o resultado foi absurdamente elevados (TGO – TGP – FA) minha Fosfatase Alcalina chegava a 400 e TGO-TGP passava de 800.
Sintomas da hepatite: febre, calafrios, sensação de fraqueza, náuseas, icterícia, urina escura, fezes claras, dor na parte superior do abdôme.
Compareci no dia 03/06 para receber a medicação e o médico da quimioterapia me disse que eu estava com uma hepatite e se recebesse a medicação iria “Fulminar” durante a infusão. Quando o fígado fulmina, leva à necessidade de transplante de fígado ou até mesmo a morte súbita. Lá vai eu para a porta da salinha dos médicos do ambulatório, dizer que meu fígado estava ruim e que não pude receber a medicação, a conduta foi a retirada de todas as medicações e me encaminharam para o ambulatório da hepatite, lá colhi todos os tipo de sorologias possíveis e até sair os resultados das sorologias, eu fiquei com a pulga atrás da orelha pois podia ser uma hepatite medicamentosa, hepatite lúpica ou até mesmo uma hepatite-auto-imune. E finalmente depois de uns 30 dias, foi confirmado era hepatite medicamentosa e se eu mesma não tivesse monitorando o meu fígado, já estaria morta, pois fui encaminhada para a infusão mesmo com elevação discretas das transaminases (TGO e TGP) e não tinha orientação de colher novos exames antes da infusão, colhi os exames por conta própria e graças a Deus, estou viva.
Só que nenhum médico me disse que o PARACETAMOL é PROIBIDO para quem teve hepatite ou qualquer alteração hepática, como eu não sabia, tomei paracetamol e pensei que fosse morrer de tanta dor no abdome, diarréia e mal estar, ai vim aqui no google e descobri que deveria nunca mais tomar paracetamol.
A hepatite medicamentosa o próprio nome diz "medicamentosa" retirando a medicação que causou a hepatite automaticamente leva ao controle do fígado. Porém, a partir da hepatite medicamentosa se torna um pouco mais dificil tomar remédios. Antiinflamatórios, paracetamol por exemplo, são agressores do fígado e que não consigo tomar, é tomar e ter sintomas da hepatite. Por isso, agora antiinflamatórios somente tópicos nada de comprimidos. 
O tratamento da hepatite medicamentosa pode ser feito com uso de corticóide. 

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