Artrite Reumatóide: Hoje fui ao psiquiatra ...

Aqui tem um pouco da minha Vida com AR e muito de mim.

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Sou mãe, mulher, amiga...uma pessoa humanizada e determinada a lutar incansavelmente pela igualdade de direitos. Apaixonada pela vida, determinada a ser feliz incondicionalmente!

Blogueira e Mobilizadora Social em Pro da Pessoa com Doença Reumática no Brasil.

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"Existe vida após a AR", tudo que fazíamos antes da AR, podemos fazer agora, só que de uma forma diferente. Enquanto houver alegria em meu coração, força e vontade de viver, a Dor da AR não me levará a tristeza. Acredite, Dor Compartilhada é Dor Diminuída, compartilhe a sua dor e saiba o quanto nos faz bem falar com gente como a gente. Aqui tem um pouco da minha história e muito de mim, deixe um pouco de você através dos comentários.(todos os comentários são respondidos)

A doença chega a nossas vidas derrepente e nos apresenta limitações e dificuldades até então desconhecidas. Passamos a viver uma vida de por quês?. Ansiedades, medos, inseguranças passam a fazer parte de nossos dias. Porém a vida não termina aqui, começa uma nova vida, onde temos que rever nossos conceitos, procurando adaptar toda uma vida, costumes, rotinas diárias e enfrentamos uma sociedade que preconceituosa, ainda rotula as doenças reumáticas como “doença de velho”, o que não é verdade. As doenças reumáticas estão presentes em todas as faixas etárias e por acreditar que Dor Compartilhada é Dor Diminuída, eu criei este blog em agosto/2007.

A missão deste blog é compartilhar experiências, divulgar informações e lutar pela melhoria da “qualidade de vida do doente reumático no Brasil”.

Unidos na missão de dizer ao mundo que somos artríticos sim + que estamos vivos, temos sonhos e acreditamos que um dia a tão sonhada “estabilização da doença” irá chegar e se prepare “mundo” somos pessoas com doenças reumáticas, com necessidades especiais e somos diferentes em nossas características + somos normais, amamos, choramos, podemos ter família, trabalhar, formar carreira, tudo, podemos todas as coisas sempre “respeitando nossos limites”

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sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Hoje fui ao psiquiatra ...


Hoje fui ao psiquiatra....
Minha mãe de azul...
        Só a minha mãe me faz ir em plena sexta-feira 07hs da manhã, cheia de rigidez, com dor até a alma, ao psiquiatra (que ela marcou no SUS). Chegando lá, fomos atendidas por uma médica muito simpática que perguntou ”porque eu procurei o psiquiatra”, eu olhei pra ela e respondi, porque o médico disse pra minha mãe que eu não tenho doença é tudo psicológico. Eu não sei se a consulta era pra mim ou para minha mãe, porque a minha mãe falou mais com a psiquiatra do que eu, pois segundo minha mãe pra ela isso é uma questão de honra, ela não aceita o que ouviu, é minha mãe que me  acompanha em tudo, todas as consultas, exames, desde o começo da doença ela está sempre ao meu lado, e segundo minha mãe “se tudo for psicológico” eu serei a melhor atriz que ela conhece e depois de ter um parecer final da psiquiatria, ela mesmo irá levar para os médicos que disseram a ela que tudo era psicológico.
A consulta foi legal, conversamos bastante, más faltava queixas de minha parte e ficou algo um pouco fora de sintonia, eu estava no consultório da psiquiatra, porém, não tinha nada que justificasse a minha presença ali, a não ser claro, a avaliação “verbal” de um médico que disse que tudo era psicológico.
A médica psiquiatra disse que não conseguiu encontrar nada sugestivo para um distúrbio psicótico, então praticamente deu alta e  encaminhou para a terapia. E lá vou eu, para o psicólogo.
Desculpem o palavrão + eu ri.... e vc vai rir tbe.. 
Contarei a resolução dessa minha psicose artritica......