Artrite Reumatóide: Danos articulações

Aqui tem um pouco da minha Vida com AR e muito de mim.

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Sou mãe, mulher, amiga...uma pessoa humanizada e determinada a lutar incansavelmente pela igualdade de direitos. Apaixonada pela vida, determinada a ser feliz incondicionalmente!

Blogueira e Mobilizadora Social em Pro da Pessoa com Doença Reumática no Brasil.

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"Existe vida após a AR", tudo que fazíamos antes da AR, podemos fazer agora, só que de uma forma diferente. Enquanto houver alegria em meu coração, força e vontade de viver, a Dor da AR não me levará a tristeza. Acredite, Dor Compartilhada é Dor Diminuída, compartilhe a sua dor e saiba o quanto nos faz bem falar com gente como a gente. Aqui tem um pouco da minha história e muito de mim, deixe um pouco de você através dos comentários.(todos os comentários são respondidos)

A doença chega a nossas vidas derrepente e nos apresenta limitações e dificuldades até então desconhecidas. Passamos a viver uma vida de por quês?. Ansiedades, medos, inseguranças passam a fazer parte de nossos dias. Porém a vida não termina aqui, começa uma nova vida, onde temos que rever nossos conceitos, procurando adaptar toda uma vida, costumes, rotinas diárias e enfrentamos uma sociedade que preconceituosa, ainda rotula as doenças reumáticas como “doença de velho”, o que não é verdade. As doenças reumáticas estão presentes em todas as faixas etárias e por acreditar que Dor Compartilhada é Dor Diminuída, eu criei este blog em agosto/2007.

A missão deste blog é compartilhar experiências, divulgar informações e lutar pela melhoria da “qualidade de vida do doente reumático no Brasil”.

Unidos na missão de dizer ao mundo que somos artríticos sim + que estamos vivos, temos sonhos e acreditamos que um dia a tão sonhada “estabilização da doença” irá chegar e se prepare “mundo” somos pessoas com doenças reumáticas, com necessidades especiais e somos diferentes em nossas características + somos normais, amamos, choramos, podemos ter família, trabalhar, formar carreira, tudo, podemos todas as coisas sempre “respeitando nossos limites”

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segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Danos articulações


Leiam a matéria da Veja... 
Uma recente pesquisa da Universidade de Medicina de Viena, na Áustria, pode mudar o paradigma do tratamento da artrite reumatoide. De acordo com os pesquisadores, durante o diagnóstico os médicos precisam dar importância também à condição em que se encontra a cartilagem da região afetada, e não apenas à condição óssea – como é feito hoje. O estudo demonstrou ainda que tem se dado mais importância aos inchaços presentes nas articulações do que nos resultados de exames de sangue.
“Nosso objetivo é que o paciente consiga manter a capacidade de servir um copo de leite, sair do carro e tomar banho sozinho”, diz Josef Smolen, diretor da Divisão Clínica de Reumatologia da Universidade de Medicina de Viena. Segundo o especialista, o estudo demonstrou que preservar a estrutura da cartilagem para conseguir essas funções é mais importante do que a preservação da estrutura óssea. “A estrutura óssea pode ser reconstruída, já os danos na cartilagem são irreparáveis. A cartilagem é, portanto, o maior problema na artrite reumatoide.”
Tratamento precoce – Cerca de 1% da população mundial é afetada pela artrite reumatoide. A doença se caracteriza por uma inflamação crônica das articulações, mas suas causas ainda permanecem desconhecidas. Segundo a pesquisa, publicada no periódico Annals of the Rheumatic Diseases, o tratamento para a doença precisa ter um início cada vez mais precoce, a fim de preservar as funções do paciente. “Precisamos proteger tanto a cartilagem quanto o osso da destruição. Com o uso de raios-X, no entanto, menos atenção tem sido dirigida à destruição da cartilagem. Isso precisa ser revisto”, diz Daniel Aletaha, coordenador do estudo.
Em outro estudo, também realizado pela equipe da Universidade Médica de Viena, os pesquisadores descobriram que uma avaliação da atividade inflamatória por exames de sangue nem sempre fornece as respostas mais significativas. Isso seria particularmente verdadeiro em casos onde o exame sanguíneo não consegue detectar os marcadores inflamatórios, mesmo que as inflamações nas articulações sejam diagnosticadas durante os exames clínicos. “Nesse contexto, o exame clínico do paciente é mais importante que o exame de sangue”, diz Aletaha.